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Os deuses do Olimpo continuam vivos, em pleno século XXI! Eles ainda se apaixonam por mortais e têm filhos que podem se tornar grandes heróis!!

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 Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>

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Lionel Vallenz



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MensagemAssunto: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 3:12 pm

O dia claro fazia com que a colina parecesse bela e nos campos de treinamento alguns filhos de ares discutiam com os filhos de apolo sobre a melhor arma para uma guerra. Nas forjas os filhos de Hefesto trabalhavam como se não pudessem cansar. Lá estava Vallenz, o mais velho dos filhos de Hefesto no acampamento e por tanto, chefe do chalé. Seus musculos se contrariam e tomavam uma cor vermelhada por causa do suor e do fogo que queimava do grande forno. Uma regata branca estava colada em seu corpo e em suas pernas usava uma calça jeans azul e um tênis branco. Toda sua roupa tinha manchas de óleo e estava suja com graxa. As mãos grossas trabalhavam com um pequeno autônomo de forma arredondada e com asas.

- Acha que isso vai dar certo? - Perguntou James, um dos filhos de Hefesto que observava o trabalho de Vallenz.

- Claro que vai, isso acabará com nossos problemas com mosquitos!

- Claro, igual o último que queimou o cabelo do Brad? - James disse enquanto apontava para um garoto de toca que trabalhava em um projeto com outros campistas.

Vallenz fez uma careta e voltou a se concentrar em seu pequeno autônomo. Mechendo em algumas pequenas engrenagens, ele bateu na mesa e deu um sorriso animado. Ativar! Disse um pouco alto e fez com que todos àqueles em volta se virarem para olhar. O redondo autônomo começou a bater asas e a voar por todo canto da forja, até que finalmente saiu de lá por uma janela e desapareceu da vista de todos.

- Bem... vamos esperar que ele cumpra seu dever. - Todos pareciam zoar com ele, mas concordaram e voltaram aos seus trabalhos.
Atrás, entrando pela porta vinha uma garota com armadura grega e segurando uma lança. Ela caminhou pesadamente em direção de Vallenz e parou em sua frente. Ela possuia a mesma altura que ele e tantos músculos quanto, mas parecia estranhamente séxy quando irritada.

- Alice, como está minha querida?

- Quem diabos fez aquela porcaria redonda? - Alice disse, segurando com uma das mãos a gola da regata de Vallenz e com a outra mechendo a lança, como se tivesse fazendo uma ameaça. Seu rosto era sério e ela realmente parecia furiosa.

- Fui eu claro, gostou? Ele caça mosquistos!

Alice claramente não tinha gostado, e soltou a gola do garoto empurrando-o com violência. Todo mundo ali na forja estava observando a cena, e alguns curiosos olhavam tudo do lado de fora da janela.

- Aquela porcaria atacou meus homens, soltando algum estúpido lazer em tudo o que se mechia! Conserte isso, agora!

Ela gritava, e saiu dali dando passos pesados. Um dos campistas de Hefesto se aproximou de Vallenz e colocou a mão em seu ombro, olhando-o de forma estranha, deixando óbvio o que tinha de ser feito.

- Muito bem, mas antes terei de ir para Casa Grande, senhor D está me esperando.



No caminho para a Casa Grande, Vallenz passou pelo campo de treino e se desculpou com os campistas de Ares que estavam lá, prometendo para eles fazer novas armas e armaduras. O chalé de Ares gritou em um coro animado, que mais parecia um grito de guerra assustador. Alice não estava ali, mas isso não era importante no momento.
Vallenz continuou seu caminho para Casa Grande, e lá encontrou Dionisio sentado na varanda e bebendo vinho.

- Senhor, queria me ver?
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Michelangelo



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 4:48 pm

Como sempre, estava metido em uma discussão. Não era algo estranho afinal, sempre fora facilmente irritável, um pavio curto. Nunca teve paciência, ainda mais com aqueles que queriam sempre colocar a boca onde não eram chamados e discutir com ele sobre assuntos que entendia. A discussão era prolongada, chamando mais atenção dos outros filhos de Ares que estavam nas redondezas e como sempre atraídos por uma discussão, juntaram-se a Michelangelo, o auxiliando. Aparentemente os outros filhos de Apolo faziam o mesmo, auxiliando o outro. Não demoraria até eles começarem a brigar lá mesmo, até que o clima fora cortado por gritos enfurecidos vindo de onde residiam os filhos de Hefesto. Lá Alice ficava a gritar com o mais velho desses, Vallenz recebendo uma bronca. Como parte de sua personalidade, não segurou um sorriso maldoso que se alargou conforme o tom da voz dela aumentava. Não sabia o que havia causado aquilo, mas com certeza era bem mais animador do que ficar lá perdendo tempo com os filhos de Apolo. Ignorou qualquer coisa que eles pudessem ter falado e caminhou até lá para tentar melhor ouvir o que estava acontecendo. Fora uma tentativa falha afinal, não conseguiu ouvir nada, já havia acabado. Mesmo assim, o silêncio constrangedor do final ainda o animava, fazendo soltar abafadas risadas. Logo, retornou ao chalé dos filhos de Ares e os ouvia balbuciar qualquer coisa e dentre isso, estavam alguns xingos e o nome de Vallenz. Era sobre isso a discussão que Alice teve até agora a pouco com o outro? Ao término dos resmungos, iria sair do chalé afinal, mais nada de interessante havia ali. Quando viu Vallenz passar e prometer novas armas e armaduras para todos. Um poderoso grito ressoava pelo chalé inteiro combinando a voz de todos no local. Sorrisos imensos agora eram estampados no rosto de todos no recinto. Esqueceram já o acontecido e no lugar dos xingos ficavam salves feitos ao filho de Hefesto. Todos comemoravam inclusive Michelangelo que nunca tivera motivo para falar mal de Hefesto afinal não estava presente quando o incidente ocorreu. Claro, achava que estes eram hipócritas pro ignorar o que havia acabado de acontecer apenas por bens assim, mas mesmo assim, continuava a sorrir. Sempre tendo aquela personalidade explosiva, decidiu ir atrás de Vallenz afinal, queria saber o que aconteceu para ele ter feito tamanha oferta. Ouviu que ele havia ido falar com o senhor D. Caminhou logo atrás dele, já sabendo o caminho que este fazia. Bancar o perseguidor era meio animador, mas sabia que logo Vallenz descobriria. Por isso decidiu ir até o Senhor D por outro caminho e ouvir a conversa. Permaneceu um tempo parado, perdido no próprio pensamento. Não sabia o que estava fazendo e nem onde estava se metendo. Só o seguia por que provavelmente este receberia uma grande bronca e do ponto de vista de um dos filhos de Ares, seria algo motivador, animador. Não sabia por que pensava daquela forma, só sabia que era assim que funcionava. Caminhou até o lugar onde o senhor D residia e aguardou a chegada de Vallenz. Seus orbes claros percorreram o lugar por completo, buscando qualquer ponto para se esconder, ou ao menos tentar. Viu ao longe pequenas plantas e que por hora seriam boas para usar como esconderijo até ver Vallenz. Assim o fez se escondeu atrás dos arbustos e aguardou até começar a ouvir passos. Mesmo que baixos para ele ainda eram notáveis. Deixou o esconderijo simples ao ver Vallenz passar e o seguiu. Não demonstrou interesse par que este não levantasse suspeitas, mas mesmo assim, sempre se focou nele. Queria saber onde ele iria e buscava qualquer aventura para retirá-lo da monotonia.
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Poseidon
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 6:26 pm


Após os dois chegaram senhor D os fitou e disse:

- Tenho uma missão para vocês garotos.

A sala do senhor D estava relativamente normal,a não ser por uma fonte que emanava uma água com um brilho incomum em um canto de sua sala.Visto a vontade dos garotos em receber a missão ele disse:

-A missão parece ser um pouco difícil para vocês mas foi um pedido especial e devido a falta de campistas capacitados,por causa de outras missões correndo decidir dar elas a vocês, é um favor ao meu amigo Poseidon...ele está meio chateado com as atitudes d alguns deuses por isso ele decidiu pedir ajuda para alguns semi-deuses...em fim chega de conversa vão logo aquela fonte a presença dela em minha sala me incomoda.

Enquanto os campistas vão se aproximando a água se levanta da fonte e cria uma bolha em volta deles e para a visão do senhor D simplesmente desaparecem mas para os garotos eles se sentirão em um turbilhão de água que os fazia girar em vários sentidos diferentes quando a agitação parou e os garotos conseguiram se recompor estavam de frente a o deus dos mares Poseidon em sua forma de tritão gigante ,o cenário era muito escuro a única coisa que iluminava era o tridente de Poseidon que emitia uma luz,quando os garotos notaram estavam de baixo da água mas eles não se molham ,sim estavam secos e conseguiam respirar e Poseidon diz:

- Semi-deuses tenho uma missão para vocês.- A voz dele se passava telepaticamente para os garotos- É extremamente ,vocês devem ir ao submundo e resgatar um filho meu que deveria ir ao acampamento meio-sangue mas por algum motivo acabou no sub-mundo,é apenas uma criança tem 8 anos não sabe se defender,vão ate lá e o levem com vida para o acampamento mais rápido possível afinal são os domínios do Hades e ele não ira gostar nada de saber que um filho de seu irmão esteja lá,acreditem serão muito bem recompensados por isso.Alguma duvida?

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Lionel Vallenz



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 7:15 pm

O sol já estava se pondo, e o crepúsculo reinava agora pelo acampamento. Algumas horas atrás Poseidon havia feito um pedido para Lionel, e ele aceitara. Parece que teria a companhia de um dos filhos de Ares que o havia seguido sem motivo algum e tinha sido envolvido na missão. Menos mal. Pensou. Sentiria-se mais seguro com um lutador descontrolado do seu lado quando tivesse que entrar no mundo inferior.
A novidade de que conseguira uma missão ainda não tinha sido dita para ninguém, ou ao menos é o que achava, já que desde que saiu da Casa Grande, Lionel esteve dentro da oficina montando e desmontando objetos. Ele fazia isso para pensar, como uma forma de se concentrar em algo enquanto suas mãos agiam instintivamente, como se tivesse feito aquilo milhões de vezes e entrado num padrão, o que de fato era verdade.
Seus companheiros de chalé não perguntaram nada sobre a conversa com Dionisio e conversavam apenas entre si. Quando finalmente escureceu, a chamada para a janta fez todos pararem suas atividades e seguirem para o refeitório. Lionel não estava com muita fome, e por isso não comeu tanto quanto seus colegas. Antes de encerrarem a janta e mandarem todos para seus chalés, Quíron parou em cima do palco e deu algumas batidas no chão com seus cascos, fazendo com que todos no refeitório se calassem. Sua voz era grossa e meio rouca, mas ainda sim saiu muito alta:

- Atenção campistas! Hoje foi dada uma missão para Lionel, do chalé de Hefesto e Michelangelo, do chalé de Ares - Nesse momento o chalé de Ares se animou, gritando e batendo suas mãos na mesa - Bem, sim, vejo que estão bem animados. Certo, os dois receberam uma missão e irão partir logo depois de comerem. A missão é sigilosa, por isso não entraremos em detalhes - Nesse momento algumas risadas foram ouvidas da mesa de Ares - Mas é claro que alguns de vocês já sabem, não é?


Depois de comerem, Lionel explicou para seus companheiros sobre sua missão sem se importar muito com o que tinham de fazer. Em seu chalé colocou quatro anéis, dois em cada mão, e após abastecer sua mochila com comida e algumas roupas limpas, tomou um banho rápido, vestindo depois uma camisa preta com um pégaso branco gravado nela e uma jeans azul. Esperou então perto da Casa Grande pelo seu companheiro, segurando em sua mão um pequeno bastão de 8cm que havia pego num de seus baús.
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Michelangelo



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 7:53 pm

Ao ouvir sobre a missão que lhe fora dado, senti o sangue acelerar, assim como o coração disparar. Claro que já sabia o motivo de tamanha excitação. Sempre se animou com qualquer desafio ou missão que lhe fora dado e essa em particular que soava mais satisfatória do que qualquer outra coisa que já lhe havia acontecido o excitou ainda mais. Claro que diante do homem que falava, ficou sério, escutando sobre a missão. Mas em seu interior, pulsava de emoção. Não se passaram nem cinco segundos até ser liberado pelo senhor D. para que em seu rosto já se estampar um largo sorriso sádico que também mesclava a animação que sentia. Seus orbes visaram com fervor os lugares com que ia passando, como se os visse pela primeira vez. Talvez ele permanecesse morto normalmente e realmente só estava vivo quando algo assim acontecia. Era essa a vontade que tomava seu peito e o fazia soltar altos gritos de animação. Após sair de lá, vou para uma árvore qualquer, deitar e fechar os olhos. Não era normal isso afinal ele sempre fora agitado, movido por uma animação indomável e por uma raiva oscilante que sempre o dominara. Os olhos foram se cerrando lentamente até estarem completamente fechados e não demorou até cair no sono. Acordou logo após com o chamado para o jantar. Correu em direção ao refeitório e se enfiou dentre os demais. Ao término deste, ouviu o outro falando. AO ouvir seu nome sabia que receberia tanto aplausos e cumprimentos como olhares assassinos que já o metralhavam. Tamanha missão era algo que filhos de ares desejavam, queriam sentir a sensação que ele sentia e se perderem naquele transe que aquilo causava. Após o término disso, correu para seu dormitório. Pegou algumas roupas e as jogou de qualquer forma nas malas. Não se importava com as vestes que usaria, tampouco com a higiene. Estava sendo movido pela vontade e sensação, pela indomável sede de sangue. Isso fazia com que ele não se importasse em mais nada, não pensasse mais. Só queria completar logo aquilo para desfrutar de uma sensação ainda melhor, a glória. Pegou uma espada que havia no lugar e uma pesada lança. Para ele o peso nunca fora problema e armas pesadas como aquelas eram ótimas. Dirigiu-se até a casa branca, como lhe fora instruído. Com um sorriso ainda maior a enfeitar seu rosto e chamas poderosas no olhar que se destacavam, sentia o espírito ferver com tamanha emoção. Os orbes claros e mesmo assim que tinham tamanha vontade de viver era algo incrível, único. Não demorou até chegar lá, avistando o filho de Hefesto. Ao chegar, não disse nada. Não queria ter sua corrente de pensamentos quebrada. É claro que não pensava muito, mais agia por instinto, vontade. O que lhe dava mais prazer era certamente o que faria. Mesmo assim, quando pensava no que poderia acontecer, se animava ainda mais e sentia o corpo ansioso, como se desejasse logo aquilo.
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Wendy Agliardi



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 8:44 pm

Alguns dias atras foi verificado que alguma coisa estava errada com a floresta do acampamento, portanto Dionisio escolheu alguns campistas para ver o que estava acontecendo. As ocorrências de ataques de monstros aos campistas começavam a aumentar consideravelmente, e Wendy e mais dos meios-sangues adentraram na floresta a procura dos monstros e de suas origens. Logo de início a floresta parecia calma, porem não demorou muito para darem de cara com um ciclope que saio dos arbustos do lado esquerdo de Wendy, sua colega filha de Hermes grita como se tentasse falar algo, mas não é nada que possa ser reconhecido. O monstro avança com seu machado da direção de Wendy, porem seu amigo Jonas se coloca entre os dois para tentar defender a garota. Depois de derrotarem o Ciclope a missão volta a prosseguir. Depois de algum tempo eles ouvem o som de um animal furioso, e logo o cão infernal salta em cima de Mellory, Wendy e Jonas tenta ataca-lo com suas habilidades, mais o cão se teleporta se aproveitando dos poderes de manipular as sombras do filho de Hades. A batalha se estende por varias horas, os campistas já estão exaustos e Mellory se encontra gravemente ferida, então Jonas e Wendy resolvem combinar o seus ataques para acabar definitivamente com o cão. Wendy usa sua habilidade de criação e levanta o cão do chão o impedindo de entrar nas sombras, então Jonas cria uma grande lança de sombras e perfura o centro do cão. Mas logo antes de o cão morrer, ele tenta viajar e fugir dos campistas entrando na lança de sombras se teleportando para o Hades. James sem querer segue as sombras do monstro e leva sua amiga Wendy junto para o submundo.

Wendy não aguentou a viagem e acorda no Hades depois de ter desmaiado, olha para os lados e não avista seus companheiros e nenhum sinal do cão infernal. Suas roupas estão sujas e tem vários hematomas e cortes pelo corpo, ela pega um pequeno cantil com água de sua bolça e molha seus lábios com ele para se refrescar, a mesma ainda está exausta e permanece sentada descansando para recuperar as energias. Wendy não faz ideia de onde está ou ao menos quanto tempo ficou desacordada.


Última edição por Wendy Agliardi em Sab Dez 03, 2011 8:49 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Sab Dez 03, 2011 8:48 pm

Os garotos estavam prontos para a partida quando o Senhor D aparece perante eles e diz:

-Quase me esqueci! Poseidon me pediu para lhes dar isto – era um frasco com uma água dentro- Poseidon disse que é uma forma de encontrar um caminho para o garoto quanto mais próximo do garoto vocês estiverem mais forte essa água ira brilhar,e ele disse que em caso de perigo extremo vocês retirassem a tampa e jogassem a água em um alvo que ele sofreria graves conseqüências... apenas mais uma coisa alguns campistas nossos também se perderam no submundo vocês devem achá-los e traze-los com vida e também serviram de muita ajuda a vocês nesta missão... muito bem boa missão para vocês.

E sai deixando os garotos sozinhos.Como será que eles entrariam no submundo agora? E quem são seus reforços? Questões muito difíceis de responder mas os garotos estavam prontos para a sua aventura.



__________________________________________________________________________________________________________________________________

OFF:

- Atenção aparti de agora se incia a missão oficial seu objetivo é encontrar o filho de Poseidon e o heroi perdido,como foi citado acima.
- A entrada e saida do Sub-mundo tera de ser encontrada pelos jogadores.
- Apenas magias até o nivel 10 foram liberadas.
- Isto é apenas um teste para melhor assimilação das missões.

Boa Sorte a todos.

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Lionel Vallenz



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Dom Dez 04, 2011 10:07 pm

Certo, procurar a entrada para o submundo, resgatar um campista perdido, resgatar o filho de Poseidon e voltar para o acampamento sem ser morto por Hades. Fácil. Pensou Lionel enquanto fazia uma careta e dava o resumo para seu companheiro.

- Então é isso. Podemos pedir para um dos filhos de Hades por ajuda ou ir para Hollywood, acho que existe uma entrada por lá.

- Vamos viajar então, não pedirei ajuda, principalmente para esses excluidos! - Respondeu Michelangelo, um pouco alto demais, como se tivesse com raiva de algo.

Com um suspiro, Lionel assentiu e colocou nas mãos de seu companheiro o pequeno bastão que estava segurando e explicou sobre o que era: algo que podia se transformar tanto uma espada quanto numa lança. Lionel então foi junto com o filho de Ares para fora dos limites do acampamento onde deram de cara com a estrada. Lá havia um carro velho que Lionel não saberia identificar por ter pouca familiaridade com essas coisas, mas sabia dirigir e isso bastava.

- Vamos, quero fazer isso rápido. - Apontou o carro com a cabeça para seu companheiro e os dois entraram, seguindo viagem logo em seguida. O longo do caminho para Hollywood foi tedioso e cansativo. Não encontraram nenhum problema no caminho e conversaram pouco, embora Lionel já tivesse percebido que não seria tão fácil ser amigo de Michelangelo, e nem insistiria nisso, preferia não ter alguém para se preocupar caso tivesse que correr.

O sol já havia nascido à algumas horas quando finalmente chegaram em Hollywood, quem sabe como aquele carro velho suportou e chegou lá tão rápido, mas isso não era importante, o importante agora era descobrir como entrar no Hades, e Lionel já tinha uma idéia de como fazer isso.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Dom Dez 04, 2011 11:39 pm

opções que havia recebido, era óbvia aquela que escolheria e esta já fora citada anteriormente. Claro que se superestimava, se sentia superior a todos e ainda mais quando falava daquela forma. Não queria perder tempo com aquilo, queria logo descobrir o lugar, mas evitando a ajuda desnecessária e ainda mais de gente como aquela. Após já ter escolhido dentre as opções, segurou o bastão do outro como lhe foi instruído. Ao ver o carro, adentrou a este com um largo sorriso. Claro que estava sendo movimento pêra raiva e ansiedade, mas o luxo também o alegrava. Mesmo não sendo grande coisa, ver aquilo num acampamento era mais do que animador e apenas inflava seu ego para se sentir ainda mais superior aos outros do chalé de Ares. Tal missão então fora mais do que o suficiente para ele passar os minutos antes de sair se gabando. Já dentro do carro, aproveitou o tempo da viagem para descansar e reorganizar seus pensamentos que haviam sido completamente deformados pela forma cega de raiva que o tomava conforme uma missão assim aparecia. Seus olhos se cerraram, mas não estava dormindo. Isso fora percebido pelas ligeiras conversas que estes tinham e claro, sempre tentando cortá-las. Não era muito amigável, seus maiores amigos haviam surgido por meio de batalhas afinal para ele, a arma sempre fora uma forma melhor de se comunicar do que a boca. Os olhos foram se abrindo conforme o Sol fora clareando. Ainda estava bem cedo, mas estava completamente sem sono. Naquela ansiedade que estava mesmo se tentasse não conseguiria dormir e o melhor de tudo, também perdia o sono. Naquele homem calado permanecera um sorriso que expressava tamanha animação. Não demorou até o tempo passar e finalmente chegarem a Hollywood. Os orbes claros do homem visavam cada rua, prédio e pessoa que encontravam. Mesmo àquela hora da manhã, o lugar estava lotado, cheio de pessoas diferentes, cada uma com sua preocupação. Ficou fascinado com aquilo, mas não demonstrou. Antes de ir para o acampamento, morava numa vila calma, sem muitas pessoas e poder ver uma cidade daquele porte era algo realmente magnífico. Ficou realmente admirado com aquilo tudo, mas, mesmo assim, tinha um desejo ainda maior que encobriu qualquer admiração que surgiu e que poderia vir a surgir. Tamanho desejo de encontrar logo o portal para o submundo se mesclou com aquilo, forçando um sorriso exterior e bem largo que enfeitou completamente seu rosto. Os olhos reviraram-se em direção ao outro, já com o sorriso inexistente.
- Vamos procurar, quero logo começar essa missão.
Realmente queria logo começá-la para poder desfrutar ainda mais daquela sensação. Queria que esta demorasse o máximo, algo bem incomum. Prolongar aquilo era um desejo ainda melhor e ainda mais difícil de realizar, pois sabia que quanto mais tempo ficasse no submundo, mais perigoso seria. Tampouco se importou com isso, diante daquela sensação sua vida não valia nada. Realmente levava suas vontades a sério, não era sempre que ficava naquele estado e quando finalmente ficava não ligava do que teria que fazer e do que teria que sacrificar para poder aproveitá-la ao máximo. É claro que também não colocaria a vida de ninguém em risco já sabendo que se a missão não fosse completada, ele não seria mais chamado e isso finalizaria de vez suas chances de conseguir novamente desfrutar daquela deliciosa sensação. Ainda olhando para o outro, percebeu que este aparentava já ter uma noção de onde ficava a entrada e por isso, animou-se ainda mais, se é que era possível. Finalmente o outro começou a falar:
- Venha comigo, preciso ir conversar com uma pessoa.
Adentraram numa loja onde havia um vendedor que aparentava ser simpático, mas de longe era possível perceber que aquilo era apenas uma máscara. Coisa que enfureceu o filho de Ares que nada mais fez, apenas virou o rosto e tentou se distrair com outra coisa. Vallenz aproximou-se do homem e começou a conversar normalmente, coisas do cotidiano. Parecia que aquilo nunca iria acabar a conversa de duas pessoas que vestiam máscaras para tentar ganhar a confiança uma da outra. O vendedor caminhava pela loja mostrando alguns produtos anormais, os quais Michelangelo nunca havia visto e Vallenz apenas olhava com um olhar distante, como se pensasse enquanto o homem falava. Ao voltar para o balcão, o homem tornou a conversar com o filho de Hefesto, tomando o mesmo rumo anterior. Para o filho de Ares essa fora a gota da água. Estendeu o braço e agarrou a gola da camisa deste, o puxando para mais perto. Seu rosto se encontrava próximo do dele e seu olhar penetrante ficou fixado nos do homem, como se quisesse enxergar através daquela máscara. Não precisou dizer muito, ficou assim um tempo, apertando ainda mais. Logo, falou num tom como se estivesse se controlando já:

- É o seguinte, se você não parar com essa falsidade e falar logo o que queremos, vou enfiar sua cabeça nessa parede.

Soltou a gola do homem logo após que soltou diversos xingamentos, esses que foram completamente ignorados por Michelangelo. Após ver que o homem não parecia concordar, deu a volta pelo balcão, parando ao lado dele. Levou as duas mãos mais à frente, entrelaçando os dedos e os forçando, assim os estralando. Abria um sorriso maldoso, como se fosse realmente colocar a cabeça do homem na parede. Não precisou falar mais nada, em seu lugar, Vallenz falou:

- O que você pensa que está fazendo? Entrando numa loja onde foi bem recebido e agindo como um acéfalo? Não percebeu o que acabou de fazer, esse homem poderia nos ajudar, mas agora ele poderá mentir para nós.

Ao ouvir as palavras do outro, percebeu o que acabara de fazer. Felizmente, teve uma idéia. Estendeu uma das mãos ao alto e a desceu fortemente ao meio do balcão, o despedaçando completamente. Tampouco se importou com os mínimos cortes que eram feitos em seu braço por causa da madeira, estes que nem lhe causavam dor. Falou num tom ainda mais baixo e frio:

- Se pensar em mentir, na próxima vez será sua cabeça no lugar do balcão.

Ao término de sua fala, o homem já estava trêmulo. Mal conseguia falar e quando falava não se podia entender. Quando finalmente havia se acalmado, não por completo, chamou Vallenz e o explicou o que tinha que ser feito para adentrarem no submundo.

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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 12:43 am

Enquanto os garotos interrogavam o homem um velho estranho entra na loja ele era curvado tinha muitos pelos ele solta a bengala em que se apoiava se curva no chão um lobo todo negro com listras azuis florescente com olhos bem azuis ele encarou os garotos e rosnou para eles,em uma velocidade muito alta ele ataca o homem e num piscar de olhos esta de volta ao seu lugar de inicio e o homem esta agonizando em seu próprio sangue,o lobo volta a rosna para os garotos e firma posição de ataque em frente aos garotos.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 4:58 pm

Depois da cena feita pelo seu companheiro, o homem já amedrontado contava sobre as informações que eles necessitariam para entrar no Hades. Sua voz gaguejava e cortava de vez em quando, mas ele conseguiu explicar corretamente como chegar, e Lionel esperava do fundo do coração que ele não tivesse mentido. Porém a informação parecia verdadeira, já que ele sabia que a entrada para o sub-mundo ficava em algum lugar do letreiro de Hollywood. Ele já estava preparado para ir embora e seguir com sua missão quando um homem de bengala entrou na loja. Pela sua cara ele parecia surpreso com o que via, mas aquilo logo se tornou uma face maldosa, e em seguida, já virava um focinho de um lobo negro com listras azuis que rosnava. Seus dentes estavam amostra e uma baba caia no chão através de sua boca.
Atrás, o homem já havia fugido de sua loja e deixado os dois semi-deuses a sós com o estranho lobo. Sem perder tempo Lionel fechou a mão direita e disse alguma coisa em voz baixa, fazendo com que um de seus anéis começasse a se expandir até se transformar em um grand e pesado martelo de guerra. Sem perguntar ou falar nada, o garoto avançou em direção da besta usando o peso do martelo para tentar acertar o focinho do lobo num movimento horizontal.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 7:19 pm

A informação que o homem havia transmitido a Vallenz realmente parecia o ter animado. O homem algumas vezes olhava para Michelangelo como se estivesse ainda com medo e o remorso que estava sentindo certamente não o faria mentir. O filho de Ares já nem se preocupava quanto a isso afinal, ao ver a expressão que Vallenz fazia após conseguir o local, sabia que estava certo. O sorriso de satisfação se estampou naquele rosto. Sua aura “sanguinária” crescia ainda mais, conforme eles se aproximavam da chance de começar aquela missão, de ir ao submundo. Saber das criaturas que lá viviam e do que poderia acontecer caso eles falhassem era o que mais o animava. Seus olhos arregalados, sintomas da adrenalina, percorreram o homem de cima abaixo, como se gravassem a imagem dele e mandando de certa forma um aviso, dizendo que se fosse mentira, aquele certamente morreria. Logo, os olhos foram retornando ao normal, diminuindo a quantia de adrenalina em seu corpo. Adrenalina, aquilo que sempre fora viciado e que sempre o deixava num êxtase indescritível. Já havia entrado em algumas brigas só para sentir aquilo e podê-lo sentir de novo era realmente maravilhoso. Logo um senhor adentrou a loja, usando uma bengala. Michelangelo rapidamente voltou seu olhar a este, que tinha uma estatura baixa. Seu olhar o percorreu da mesma forma que havia feito a pouco com o outro, como se quisesse gravar na mente aquela forma. A loja de fato era um lugar estranho e qualquer um que entrasse lá também seria. Sabia que aquele homem tinha algo de diferente e não demorou muito até acabar com as suspeitas deste. O homem começou a se transformar, adquirindo a forma de um lobo com pelugem negra, listrada em azul. Este parecia com fome ou raiva, não sabia distinguir. Mesmo agindo na maioria das vezes como animal, ver algum daquela forma não era a mesma coisa. Arqueou uma sobrancelha como se não estivesse entendendo a situação. Realmente, ver um homem se transformar daquela forma, além de ser a primeira vez, era realmente assustador. Por segundos fora tomado pela curiosidade, sem saber o que pensar ou o que havia acontecido, mas logo teve esse transe quebrado por Vallenz que correu em direção ao lobo, já armado. Agora não seria culpa dele de atacar sem pensar, então poderia bater no lobo sem sofrer nenhuma punição. Claro, antes teria que ver se o golpe do homem iria funcionar, mas por precaução, já retirou a espada que havia levado contigo. Mesmo ela sendo fraca, seria mais do que útil em ocasiões assim. Aquele sorriso de animação se tornou um sorriso sádico, como se realmente desejasse lutar contra aquela criatura. “Se ela morrer em apenas um golpe dele, então nem valeria a pena lutar”. Pensava assim, mas realmente queria ser aquele que mataria a besta. Lutar novamente e ainda mais contra uma criatura daquelas era bem mais emocionante do que as lutas que normalmente fazia. Segurou a espada apenas com a mão esquerda para utilizar como defesa. Enquanto isso pegou três pedaços de madeira, o resto da bancada. Aqueles mais pesados e afiados e os posicionou entre cada um dos dedos. Iria arremessá-los no monstro. Não sabia se funcionaria, mas uma madeira como aquela e ainda com a força que utilizaria, se não funcionasse, seria um problema enfrentar aquele lobo.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 8:05 pm

A criatura inesperadamente é acertada por Lionel e cambaleia um pouco para trás logo em seguida o lobo recebe os pedaços de madeiras jogados por Michelangelo desvia facilmente em uma velocidade simplesmente inexplicável e ataca o mais próximo a ele Lionel e com suas enormes garras afiadas como um metal rasga Lionel infringindo um ferimento no garoto.



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 8:28 pm

Por sorte Lionel havia dado um passo para trás quando o lobo avançou, fazendo alguns cortes com suas garras em seu peito, rasgando completamente a camisa que usava. O garoto soltou alguns chingamentos para o lobo e depois arremeçou o martelo em direção dele, logo em seguida ajoelhando-se no chão e fazendo tudo em sua volta tremer enquanto esperava que seu companheiro se aproveitasse da situação e fincasse aquela espada no lobo.



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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 8:58 pm

Ao ver a criatura desviando dos pedaços de madeira, se remoeu, vendo a perda de oportunidade que acabava de sofrer e ainda por cima, por causa de sua fraqueza o seu parceiro acabou sofrendo um golpe. Mesmo assim, isso tampouco o atormentou. Não demorou até já estar ainda mais animado afinal, agora sim tinha motivos de sobra para fazer aquele lobo chorar. O sorriso sádico cresceu ainda mais, agora mesclando com aquele desejo sanguinário. Movido pelo desejo de lutar, como sempre, fitou agora de uma forma mais penetrante aquele animal. Claro, um olhar assustador não o espantaria, mas era capaz de mostrar ao lobo o que ele iria enfrentar. Mesmo sabendo que seria um problema enfrentar aquela criatura, sequer praguejou. Isso jamais faria. Estava prestes a entrar no submundo, a última coisa que poderia fazer era hesitar. Logo, o outro arremessou seu martelo no monstro. Nesse momento, Michelangelo viu uma oportunidade e aparentemente, não fora o único. A combinação que estava prestes a ser feita teria grandes chances de dar certo. Segurou a espada ainda mais forte e saiu correndo na direção do outro que se abaixou. Antes de o tremor começar, Michelangelo pisou nas costas deste. Logo, o tremor começou e o homem se arremessou com tudo, utilizando a força que já tinha e a capacidade de saltar até 20 metros para se atirar rapidamente para à frente, em direção ao monstro. O tremor já era uma vantagem ainda maior, sabendo que com aquilo o lobo não poderia desviar. Levou a espada à frente de seu corpo, esta que começou a emanar uma luz avermelhada, com uma energia já visível. Sua lâmina crescia 3 cm, enquanto sua lâmina ficava ainda melhor. Fora com uma poderosa estocada, somando além desse golpe, a força de seu braço e de seu pulo que a pouco havia dado.



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O lobo ficou rapidamente atordoado com o ataque de Lionel, pareceu que por um instante o lobo iria fugir, mas não fez nada apenas ficou parado e recebeu o golpe deu um chiado e foi levado para trás pelo golpe o lobo pareceu bastante ferido mas logo cambaleando se levantou,suas listras azuis ficaram mais brilhantes e ele lançou uma rajada de gelo em direção a eles ,o frio dominou a sala o chão foi congelado a medida que estacas de gelo voavam em direção dos garotos,o frio era tão intenso que era difícil de ser suportado por um ser humano comum pois ele instantaneamente perderia a consciência devido ao choque térmico,os gartos são feridos por elas porem o cenário estava perfeito para o lobo pois o chão esta completamente escorregadio.


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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 10:19 pm

O ataque parecia ter funcionado, e Lionel ficou realmente espantado pelo filho de Ares ter feito exatamente o que ele havia pensado. Qual a chance disso acontecer? Pensou consigo mesmo enquanto observava seu companheiro. Bem, é um filho de Ares, com certeza é bom em uma briga. E encerrou seus pensamentos dessa forma, pois nesse instante, quando pensava que já havia acabado, o lobo se levantou e mais rápido do que pudesse agir, o ambiente inteiro teve a temperatura abaixada. Por toda loja uma fraca neblina gelada se mantinha constante. Imediatamente Lionel correu na direção de seu companheiro e o puxou para trás de si, ficando assim de frente para o lobo. Tão rápido como pôde fez todo o seu corpo entrar em chamas constantes, aquecendo mais do que deveria o ambiente. Aproximou-se do lobo então lentamente, andando, e apontou para ele.

- Quer ver se consegue apagar isso?

Estralou os dedos então e deu um avanço em direção ao lobo, se preparando para dar um soco nele.




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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 11:01 pm

Ao ver o dano que o lobo sofria, não resistiu e acabou soltando risadas pausadas, mas mesmo assim, incontroláveis. Sairam durante um tempo, até ver a criatura se levantar. Isso o assustou por um segundo, o que acabou gerando uma brecha para ser atingido daquela forma. Quando voltou à si, o lugar estava totalmente congelado e o frio era quase insuportável. Não sabia o que faria afinal, movimentando-se naquela temperatura não teria como lutar. Ao perceber que a aura ainda se encontrava por entorno da lâmina de sua arma, o sorriso voltou a aparecer, como se uma grande esperança surgisse. Mesmo assim, a temperatura seria um grande problema que certamente o levaria à derrota. Era isso que pensava até começar a sentir o corpo esquentar e o gelo à volta derreter. Ao olhar para Vallenz, o viu pegando fogo. Claro que já havia visto tal habilidade, mas usá-la daquela forma fora realmente magnífico. O filho de Hefesto partiu para golpear a criatura e ao perceber isso, Michelangelo foi logo atrás. Por onde este passava a temperatura estabilizava, o que permitia Michelangelo se locomover normalmente. Ao ver que o homem iria socar o lobo, Michelangelo se preparou. Caso este tentasse desviar ou saltar, o filho de Ares se impulsionaria novamente com uma força e velocidade absurdas e o cortaria antes de tocar no chão.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Seg Dez 05, 2011 11:07 pm

O lobo é jogado para longe e enquanto voa vai se desintegrando ate que bate no chão e vira fumaça, os heróis estavam cansados enfadados mas com disposição de continuar a missão porem experimentaram apenas um aperitivo do que iriam encontrar no caminho.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Ter Dez 06, 2011 12:23 am

O lobo se desfazia lentamente em pó depois de ser atingido por Lionel, que respirava fundo e fazia com que o fogo em seu corpo desaparecesse lentamente. Virou-se para seu companheiro e assentiu, fazendo uma piada sobre o filho de Ares ter perdido um ponto contra o chalé de Hefesto. Discutiram e riram por um tempo até decidirem finalmente sair da loja. As pessoas lá de fora observavam com uma cara de espanto, e mesmo que não soubesse o que elas viam através da névoa, sabia que não seria bom se manterem por ali durante muito tempo. Chamou Michelangelo e juntos sairam dali.

Em algum momento de seu caminho pela cidade de Hollywood, ambos decidiram se separar durante três horas para juntar mais informações e suprimentos, embora Lionel já tivesse explicado para o filho de Ares como entrar no sub-mundo através do letreiro de Hollywood e que deveriam se encontrar lá. Não sabia exatamente porque decidira se separar do outro, mas imaginava que havia algo que ele precisasse fazer e não podia ter ajuda do filho de Ares.
Depois de se separarem, Lionel caminhou durante meia hora até sair da cidade, e seguiu pela estrada por mais meia hora antes de encontrar o que desejava: Uma pequena ferraria com o nome de "Ferragens do Sr. Lou". Era uma casa de dois andares, tendo uma varanda que dava para a estrada no segundo. O primeiro andar era basicamente feito por janelas e uma porta de vidro onde pendia uma placa de aberto. Quando entrou na loja um pequeno sino tocou, avisando para quem quer que estivesse lá dentro. Lá, um homem grande e musculoso se apoiava no balcão enquanto observava o rosto de Lionel. Ele tinha o cabelo quase raspado e uma grande cicatris em seu rosto. O homem era bem robusto, e sua cara séria fazia com que ele parecesse sinistro e feio com aquela cicatriz.

- Por que demorou?

- Bem... foi porque acabamos encontrando um... pera ai, Lou? - Perguntou Lionel. Seu rosto era sério, mas sua voz soou como se estivesse cassoando.

- Bah, isso não é importante não é? Venha logo! - Disse o homem arrogantemente, mas Lionel jurou que ele estava se divertindo com aquilo.

Ele os levou até os fundos da loja, onde um cheiro insuportavel de óleo pairava no ar e o ambiente mudava completamente, como se eles tivessem sido transportados para um outro lugar do planeta. O lugar era quente e haviam muitos autônomos quebrados espalhados pelo lugar, e na mesa de trabalho um cubo de cor prateada parecia se destacar das demais tranqueiras que estavam ali. O homem pegou o cubo e começou a trabalhar nele, como se tivesse se esquecido completamente da presença de Lionel ali, que permanecera calado e observando o trabalho durante dez minutos antes de se pronunciar.

- Lou. Não... pai. O senhor me pediu que viesse, e aqui estou. Tenho de cumprir minha missão e não posso... ficar aqui. - A sua voz falhava e cada palavra parecia lhe pesar. A verdade é que o homem ali era Hefesto, seu pai. Ele havia aparecido em seus sonhos um dia antes de sua missão ser entregue, e havia lhe pedido que encontrasse a loja quando fosse para Hollywood. Na verdade, este foi o motivo por ter ido para Los Angeles e não outro lugar, e ficara muito aliviado quando Michelangelo não havia feito nenhuma queixa sobre essa decisão. Lionel na verdade gostava da companhia de seu pai, o que era estranho já que preferia sempre estar entre seus projetos mecânicos do que conversando com as pessoas, embora não fosse realmente um anti-social. Hefesto havia aparecido umas poucas vezes para ele, sabia que seu pai tinha um trabalho importante e era muito ocupado, mas sempre que podia parava para adimirar seu trabalho e sentia-se orgulhoso por ser filho de Hefesto.

- Vocês semi-deuses não tem paciência não é? Principalmente meus filhos. Bem acho que isso é culpa minha também. - Ele disse sem tirar o olho de seu estranho cubo.

Por mais alguns minutos tudo ficou em silêncio, até que Hefesto finalmente virou-se para Lionel e lhe entregou aquele cubo prateado. Sua textura fazia parecer que o cubo iria amassar por completo se você apertasse, mas quando fez isso ele era tão duro quanto uma pedra. O cubo prateado brilhava fracamente nas mãos do garoto, que ficou segurando-o sem saber o que fazer.

- Droga, como você é mal educado não? Este é um presente, você precisará sair do sub-mundo de alguma forma, então use-o quando precisar.

- O que? Certo, obrigado, você... - Mas antes que conseguisse completar sua frase, Hefesto fez um gesto com sua mão e fez com que Lionel fosse expulso da forja, aparecendo na estrada novamente.

Quando olhou para trás, a loja havia sumido e em suas mãos o cubo ainda brilhava levemente. Guardou-o em sua mochila e olhou a hora em seu relógio. Ainda tinha quase duas horas até o horário combinado, e já havia pensado em voltar para a cidade e comer alguma coisa, mas um grito ensurdecedor acabou com seus pensamentos, quando ele olhou para cima e viu uma Fúria avançar numa rajada raivosa em sua direção.
Por pouco conseguiu pular para o lado e desviar dela, mas logo que se recuperou ela já voltava para atacar, foi quando decidiu que era melhor correr do que enfrentá-la. Não iria arristar sua sorte e acabar encontrando outras, então correu para fora da estrada e acabou entrando numa floresta, onde provavelmente seria mais difícil de ser encontrado. Infelismente estava errado, e a Fúria surgiu no meio das árvores, indo com outro razante em sua direção. Antes de pensar no que fazer, como um instinto, abaixou sua mão direita e um de seus anéis brilhou, criando uma espada longa em sua mão. Bem na hora para dar um corte bem no meio do peito da Fúria que explodiu em um pó dourado. Foi então que notou, nas árvores, outras duas Fúrias o observavam. A espada já estava em sua mão e havia acabado com uma Fúria, então a idéia mais óbvia seria... correr, é lógico. Não era um lutador, era um ferreiro, embora soubesse lutar muito bem e tinha a força necessária para destruir aqueles monstros com um soco, mas não arriscaria se ferir antes mesmo de chegar ao sub-mundo.
Com a espada em mãos, Lionel correu pela floresta em direção à cidade. Não demorou muito para voltar na estrada, e continuou correndo por ela enquanto desviava dos ataques das Fúrias e brandia sua espada na expectativa de aniquilar alguma delas por sorte, o que não aconteceu. Não sabia o que as pessoas que passam estavam vendo, talvez apenas um garoto musculoso fugindo de duas águias, mas não queria saber também. Uma das Fúrias passou na frente de Lionel e o atacou de frente, tentado o agarrar, mas ele foi mais rápido e segurou sua pata, queimando-a e em alguns segundos viu todo o corpo dela pegar fogo e virar pó. O problema veio depois, que por estar distraio acabou sendo acertado no ombro pela outra Fúria, que parecia rir enquanto via o sangue escorrer pelo braço de Lionel. Foi quando finalmente algo bom aconteceu, e parece que a Fúria estava voando baixo demais e distraida com sua risada, um ônibus de turismo havia atingido-a em alta velocidade. Lionel apenas observou enquanto ela se desfazia em pó.
Seu ombro latejava um pouco, então sentou-se na grama ao lado da estrada e pegou um pouco de néctar para beber. Uma sensação quente preencheu seu corpo, e um gosto de bolo de chocolate que ele conhecia muito bem preencheu sua boca. Lembrou-se por alguns segundos de sua mãe, e como era bom viver com ela antes de tudo acontecer, antes de monstros a matarem, antes de descobrir quem realmente era. O pensamento o fez hesitar, mas se recompôs e levantou-se, seguindo camingo para a cidade novamente. Lá, perdeu o resto do tempo que tinha comendo um cachorro quente que comprou na rua, até finalmente resolver ir para o letreiro de Hollywood, onde esperou não muito tempo pelo seu companheiro.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Ter Dez 06, 2011 10:19 am

Ao ver a criatura se desfazer, foi como se houvesse um verdadeiro motivo para sorrir daquela forma, esbanjando a animação já costumeira, ao menos desde que começaram aquela missão. O monstro desapareceu tão misteriosamente quanto surgiu, mas aquela altura, isso já não impressionava mais Michelangelo. Depois de tudo que viu e principalmente, do poder que tinha tal coisa agora já não era nada demais, fazia parte de sua rotina. Pelo menos foi um alívio ver a criatura desaparecer daquela forma, isso queria dizer que poderiam prosseguir adiante para logo começar a missão. O tempo passou rápido, como se diminuísse conforme a conversa e as piadas que eram feitas entre os dois guerreiros. Estava mais animado do que o costume e isso se devia, além do prazer que a missão trazia á companhia de um guerreiro como aquele. Era bem mais divertido quando se tinha alguém para compartilhar tamanhas sensações e souber que teria uma ajuda, como na luta a pouco quando estava quase congelando e fora salvo pelo fogo do amigo. Não demorou até deixarem a pequena loja que agora, além do balcão quebrado, tinha mais diversas rachaduras pela estrutura toda, mas nada muito grave a ponto de destruí-la.
Logo tiveram a idéia de se separar para obter informações. Isso na cabeça de Michelangelo aparentava ser mais um “pode bater em quem quiser se isso nos ajudar” o que o animou mais ainda. Não tinha mais um “cérebro” contigo, então agiria por instinto sempre que se colocasse numa enrascada, coisa que não seria difícil pelo seu temperamento explosivo. Como sempre, se cansou rapidamente da monotonia daquela cidade, isso apenas em dez minutos após se separar do filho de Hefesto. Caminhou para mais distante do centro até que o movimento começou a abaixar. Caminhava pela rua, com os orbes claros examinando cada um que estava lá como se quisesse originalmente ver o que se passava com aquela pessoa. Era verdade, cada pessoa tinha uma história para contar, mas não queria perder tempo descobrindo isso, tinha certeza de que nenhuma das histórias daquelas pessoas se compararia a dele. Agora em sua mente tinham coisas mais importantes para pensar, para admirar.
Agora as ruas já estavam quase que completamente vazias. Precisou andar bem mais, já perdendo quanto tempo havia se passado desde que saíram. Mesmo assim, tinha uma noção e não se atrasaria para encontrar o outro e entrarem no submundo. Felizmente, para ele, algo aconteceu que aparentou ser uma forma de acabar completamente com a monotonia. Enquanto passava por um beco, foi abordado por um sujeito com uma aparência deplorável. Estava completamente sujo, vestia roupas velhas e rasgadas e seu bafo exalava um cheiro de álcool que incomodou o jovem. Em sua mão estava uma faca que ele apontava para o filho de Ares. A lâmina da faca tremia mostrando o quão embriagado este estava. Com dificuldade e entre alguns soluços, falou:


- Perdeu, passa a grana.


Estava completamente fora da realidade. Aquele homem sequer conseguiria assaltar uma pessoa normal, quanto mais um filho de Ares. Era possível visualizar em seu braço uma marca, aparentando ser de uma gangue. Mesmo assim, após ter sido ignorado por Michelangelo que apenas continuou a andar, foi tomado pela raiva, coisa ainda mais fácil quando se está bêbado. Cambaleou como se tentasse correr em direção ao rapaz, apontando a faca como se quisesse perfurá-lo. O filho de Ares nem se deu ao trabalho de se virar, desviou para o lado como se aquilo fosse totalmente natural e o homem acabou cambaleando e caindo no chão. Este ficava a balbuciar qualquer coisa que não podia ser decifrada, balançando a faca no ar como se quisesse ainda assustar o rapaz. Aproximou-se do bêbado armado e chutou fortemente sua mão, fazendo a faca voar. Falou baixo, mas ainda num tom sério e praticamente, apenas para ele mesmo, pois duvidava que aquele bêbado fosse entender:


- Gente como você não merece manejar uma lâmina.


Saiu de lá logo após, se controlando para não bater naquele homem embriagado até sua morte. Claro que era explosivo, mas perder a cabeça por causa daquele sujeito apenas o faria perder tempo e tinha certeza de que nada viria daquele homem, nem dinheiro, nem informação, muito menos um entretenimento, uma luta que ele poderia levar a sério. Infelizmente, acabou encontrando outras pessoas, essas que também estavam meio embriagadas, mas que já estavam num estado melhor do que o outro. Elas tinham a mesma marca que o anterior, mostrando que eram da mesma gangue e aparentavam ter visto o que Michelangelo acabava de fazer.
Totalizava quatro pessoas que o olhava com um desejo sanguinário, como se quisesse fazer com ele a mesma coisa que ele havia feito ao bêbado há pouco tempo, humilhá-lo. Uma delas tirou uma corrente com um peso na ponta e ficou a rodá-la, numa tentativa de intimidar o filho de Ares. As outras duas retiraram facões grandes, cada uma utilizando um. Por último, um homem maior e mais forte do que os demais retirou um grande bastão de madeira. Não demorou até começarem a atacar. O primeiro com a corrente a arremessou em direção a Michelangelo que colocou se braço na frente. O peso fez com que seu braço fosse amarrado, o aprisionando de certa forma. O homem gargalhava de uma forma animada, como se já tivesse ganhado a batalha. Mas ao contrário do que esperava, Michelangelo sorriu. Segurou a corrente com uma das mãos e o puxou fortemente em sua direção. O homem que até então estava na vantagem foi brutalmente arremessado em direção ao filho de Ares que o golpeou um poderoso soco no rosto. O homem caiu, gemendo de dor e com o nariz quebrado. Seu nariz sangrava e sua boca também. Este não demorou até ficar inconsciente. Sobraram três que pareciam não ter se assustado com aquilo. Os dois com o facão ficaram desesperados após ver aquele golpe e correram em direção a este. Tentaram golpeá-lo diversas vezes com aquelas armas, mas a forma como manuseavam era tão ridícula que para desviar, Michelangelo só precisava se movimentar lentamente. Finalmente, os dois golpearam cada um por um lado. Eram cortes horizontais, um vindo da direita e outro vindo da esquerda. Eram em direção ao pescoço de Michelangelo, como se quisessem decapitá-lo. Por sua vez, apenas abaixou, fazendo um facão acertar o outro e acabar com o golpe. Foi bem simples, mas não estava divertindo-o. Decidiu então acabar logo com aquilo e socou o estômago dos dois ao mesmo tempo. Esses caíram no chão, soltando falhos suspiros pela falta de ar que sentiram. Caíram inconscientes igual o outro. O maior vendo aquela cena sorriu. Aparentava ser o melhor deles e ao ver seus companheiros caírem, sequer intimidou. Parecia ser absurdamente mais forte do que os anteriores. Falou num tom superior:


- Parece que já se divertiu o suficiente, é hora de morrer para mim.


O maior segurou firme o pedaço de madeira com as duas mãos. Aproximou-se de Michelangelo e foi com um golpe horizontal, usando toda a força. Desceu aquele grande pedaço de madeira com toda a força, quase acertando Michelangelo. O filho de Ares sorriu e rapidamente golpeou o centro da arma do outro, quebrando-o. Um dos pedaços saiu voando, não o acertando, enquanto o outro ficou na mão do grande que se assustou. Ao testemunhar aquilo, estava trêmulo. Seus olhos se arregalaram diante da anomalia que era aquela força. Soltou a arma e saiu correndo, ou pelo menos tentou. No meio do caminhou foi parado por Michelangelo que falou num tom ainda mais animado, mostrando aquele sorriso sádico de sempre.


- Você não é muito melhor que eles. Pelo menos me animou, mesmo que por alguns segundos. Agora, vai se juntar aos seus amigos.


Rapidamente virou o corpo, passando um chute circular na altura do rosto. Golpeou a lateral do corpo do homem com o calcanhar, o arremessando contra a parede. Esse ainda estava consciente, coisa que animou ainda mais o rapaz. Pelo menos era mais resistente que os outros. Rapidamente começou a desferir socos no abdômen dele, numa velocidade e força absurdas. Não demorou até ele começar a cuspir sangue. Claro que matá-lo não traria nada de bom, mas pelo menos o animaria. Mas agora não era um caminho viável. Golpeou-o novamente no rosto com um soco frontal, o fazendo perder a consciência de vez. O levantou e arremessou sobre o corpo dos outros que permaneciam inconscientes.
Ao término daquilo, olhou no relógio. Ainda tinha tempo mais do que o suficiente e era hora de começar a buscar as informações. Claro, da mesma forma violenta que sempre. Caminhou sem parar à caminho do centro. Levaria um tempo até chegar ao lugar combinado, então achou melhor já partir. O tempo foi passando e olhares sanguinários vinham de todos os becos. Não sabia se aquele que havia derrotado era alguém reconhecido, mas o tanto de pessoas que passavam a olhá-lo de uma forma diferente agora era anormal. A notícia de que havia derrotado os quatro parecia ter se espalhado e sabia que logo novos desafiantes apareceriam. Se é que podia chamá-los assim, eram mais assassinos e ladrões do que lutadores.
O tempo foi passando e como previa, foi puxado para um beco. Nesse, apenas uma pessoa se encontrava que sorria de uma forma insana. Parecia totalmente louco e ria feito uma hiena. Tinha a mesma vontade de lutar que o filho de Ares, ou era o que aparentava. Não importava o quão alterado aquele homem estivesse, o desejo de lutar de Michelangelo era bem maior. Puxá-lo lá era mais como um favor do que como ameaça. Esse homem retirou duas facas, segurando uma com cada mão. Começou a desferir golpes em Michelangelo, mostrando uma técnica um pouco melhor que a dos outros que o filho de Ares havia enfrentado. Mesmo assim, se comparado a ele não era nada. O bandido golpeou o outro com as duas facas que segurou seus punhos. Começou a apertar fortemente, o forçando a soltá-las. Antes das facas tocarem no chão, soltou os pulsos do outro e o socou no peito. Esse caiu inconsciente, talvez morto. Mesmo tendo uma técnica melhor, ainda era péssima. Talvez a bebida tivesse feito aquilo, não sabia dizer. Só sabia que lá não encontraria mais nada legal, muito menos informação. Deixou o beco sem ligar para o corpo ali no chão e caminhou até o lugar combinado. Não encontraria mais ninguém que quisesse lutar com ele já que agora estava no centro e mesmo se encontrasse, seria apenas perda de tempo.
Não demorou até relembrar que estava indo para o submundo onde encontraria lutadores bem mais fortes do que aqueles. Com melhores técnicas, melhores estilos e maior força. Assim como o lobo que havia enfrentado a pouco, com tanto uma força quanto velocidade absurda. Ao pensar nisso, se apressou. Olhou em um dos relógios que se encontrava no centro, vendo que faltavam apenas dez minutos para se encontrarem. Correu por entre às pessoas, desviando delas o máximo que conseguiu. Agora, com um olhar ainda mais vívido e com aquele sorriso sádico ainda maior e mais notável em seu rosto, buscou seu amigo, indo até o lugar combinado. Ao chegar ao letreiro, avisou o filho de Hefesto. Caminhou até ele, ainda com aquele sorriso. O sorriso desapareceu temporariamente para dar espaço ás palavras deste:


- Vamos? Estou ansioso para saber o que nos espera.


Não fez nenhuma pergunta do que ele havia feito e tampouco se importou com aquilo. Realmente, ao lutar com aqueles humanos percebeu o quanto seu desejo de ir para o submundo era grande. Poder enfrentar criaturas verdadeiramente fortes, talvez mais do que ele. Não sabia o que dizer, só de pensar se animava. Olhou para o letreiro que segundo Vallenz era o portal para o submundo. Não conseguiu ver como aquilo o levaria a tal lugar, mas pelo que já havia testemunhado, mesmo se um portal abrisse do nada, chegaria a ser normal. Sorriu ansioso á espera daquilo. Olhou para o parceiro novamente, ainda com aquele largo sorriso. Falou baixo para este:


- Essa missão realmente me animou.
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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Ter Dez 06, 2011 7:58 pm

Os garotos logo após os seus afazeres se encontram no letreiro , a visão para a cidade era privilegiada podendo ver todos os seus prédios e monumentos um lugar que muito mortais queriam estar , mas não havia tempo para admirar o local precisavam se apressar para chegar ao submundo o mais rápido possível passando pelo letreiro eles chegaram ao sub mundo o local que estavam eram feito de pedras e havia um rio na frente,ouvia-se gritos de agonia ecoando ,não demorou muito para que um homem encapuzado em um barco aparecesse e pergunta:

- Vocês desejam entrar no submundo?Então paguem 2 Dracmas.

Os garotos rapidamente aceitaram a oferta e entraram no submundo e saíram navegando ao longo do rio era possível ver filas enormes de almas e vozes cada vez mais intensas e gritos e choros era uma sensação horrível estar naquele local,depois de algum tempo navegando eles haviam chegado nos três caminhos onde o barqueiro parou e disse

-É o Maximo onde posso levá-los jovens meio-sangue adeus.

Após os jovens descerem em solo rochoso o homem se vai pelo rio novamente, Lionel percebe que sua bolsa esta mais leve e viu que o cubo que seu pai havia dado tinha sumido sim desaparecido onde diabos ele havia deixado este item? Talvez no barco? Ou caio antes? De qualquer forma era tarde andando um pouco a frente viram uma garota desmaiada no chão com um pano amarrado na perna ela tinha cabelos pretos e pele branca, mas o que fazia ali uma garota?Logo perceberam que ela era um membro do grupo que o Senhor D. , o que fará os garotos agora?

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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Ter Dez 06, 2011 10:08 pm

Estava em uma das margens do rio Aqueronte quando acordei, o rio era escuro, cheio de óleo, com ossos e peixes mortos e outras coisas estranhas girando na superfície.. bonecas de plástico, cravos esmagados, diplomas encharcados com bordas douradas. Também havia uma pequena barca que navegava lentamente, um homem se posicionava em cima dela em quanto remava com sua vara, ele era alto e elegante, com pele na cor de chocolate e cabelo loiro tingido cortado ao estilo militar. Usava óculos com armação de casco de tartaruga e um terno de ceda Italiano que combinava com o cabelo. Uma rosa negra estava presa a lapela embaixo de um crachá de prata. Porem estava muito longe para eu conseguir identificar o que estava escrito. Ele conversava com uma pessoa que pareciam ser seu passageiro.

- Então, como você morreu?

- Ah – disse o passageiro – Ahn.. minha vida não era fácil, decidir abrir mão dela... e a que estamos.

- E você acha que é fácil servir de babá dos espíritos o dia inteiro? Sempre com “Por favor, não me deixe ficar morto” ou “Por favor, deixe-me atravessar de graça”. Não tenho aumento a três mil anos. Acho que ternos como este custam baratos?

O ar começou a ficar enevoado, o espirito do homem começou a mudar de forma. Suas roupas modernas tremiam transformando-se em um manto cinza com capuz. Pisquei com força, quando abri os olhos, o terno creme Italiano de Caronte fora substituído por um longo manto negro. Seus óculos de tartaruga haviam desaparecido. Onde deviam estar os olhos abitavam orbitas vazias, seus olhos eram repleto de noite, trevas e desespero. A névoa subia em espirais da água imunda a cima de Wendy quase perdido nas sombras, havia um teto de estalactites. Mais um pouco a sua frente podia se ver a praia do Mundo Inferior. Rochas escarpadas e areia vulcânica negra se estendiam terra adentro por cerca de cem metros até um muro alto de pedras, que se prolongava para os lados até onde a vista podia alcançar. De algum lugar por perto nas sombras, veio um som, reverberando nas pedras, um uivo de um grande animal.

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MensagemAssunto: Re: Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>   Hoje à(s) 5:09 am

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Missão para Lionel Vallenz - Michelangelo - Wendy Agliardi <Teste>
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